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	<title>Dominando Ubuntu Linux</title>
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	<description>Porque ninguém nasce sabendo...</description>
	<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 11:13:06 +0000</pubDate>
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		<title>Como assistir RMVB no Ubuntu Hardy</title>
		<link>http://linux.tomatecru.net/28/como-assistir-rmvb-no-ubuntu-hardy</link>
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		<pubDate>Thu, 22 May 2008 03:25:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bighi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

		<category><![CDATA[medibuntu]]></category>

		<category><![CDATA[repositório]]></category>

		<category><![CDATA[rmvb]]></category>

		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a última versão do Ubuntu (8.04 Hardy Heron), ficou ainda mais fácil configurar seu computador pra assistir vídeos na extensão .rmvb, muito comum nos sites de vídeos e séries.
Basta adicionar o repositório Medibuntu (aprenda a adicionar repositórios no Ubuntu):
deb http://packages.medibuntu.org/ hardy free non-free
E depois instalar a chave de criptografia deste repositório, copiando e colando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a última versão do <strong>Ubuntu</strong> (8.04 <strong>Hardy Heron</strong>), ficou ainda mais fácil configurar seu computador pra assistir vídeos na extensão .<strong>rmvb</strong>, muito comum nos sites de vídeos e séries.</p>
<p>Basta adicionar o repositório <strong>Medibuntu</strong> (<strong><a title="Como Adicionar Repositórios no Ubuntu" href="http://linux.tomatecru.net/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=7">aprenda a adicionar repositórios no Ubuntu</a></strong>):</p>
<blockquote><p>deb http://packages.medibuntu.org/ hardy free non-free</p></blockquote>
<p>E depois instalar a chave de criptografia deste repositório, copiando e colando este comando no terminal:</p>
<blockquote><p>wget -q http://packages.medibuntu.org/medibuntu-key.gpg -O- | sudo apt-key add - &amp;&amp; sudo aptitude update</p></blockquote>
<p>Depois de feito isso, basta instalar o pacote <strong>w32codecs</strong> que vai estar disponível no seu gerenciador de pacotes. Se não quiser ter o trabalho de abrir o Synaptic, basta copiar e colar o comando abaixo no terminal:</p>
<blockquote><p>sudo apt-get install w32codecs  libdvdcss -y</p></blockquote>
<p>Agora é só relaxar e assistir seus vídeos em rmvb com seu player preferido.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como impedir que o flash &#8220;trave&#8221; o som no Ubuntu Hardy (8.04)</title>
		<link>http://linux.tomatecru.net/27/como-impedir-que-o-flash-trave-o-som-no-ubuntu-hardy-804</link>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2008 15:09:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bighi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

		<category><![CDATA[flash som pulseaudio]]></category>

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		<description><![CDATA[Como agora o Ubuntu usa o Pulse Audio pra cuidar do som em vez do antigo Alsa, alguns problemas podem ocorrer.
O que ocorre com certeza é que o Flash não usa o Pulse Audio, e acaba travando o som do sistema até que você feche o Firefox. Nenhum outro programa consegue tocar som até que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como agora o Ubuntu usa o Pulse Audio pra cuidar do som em vez do antigo Alsa, alguns problemas podem ocorrer.</p>
<p>O que ocorre com certeza é que o Flash não usa o Pulse Audio, e acaba travando o som do sistema até que você feche o Firefox. Nenhum outro programa consegue tocar som até que o firefox seja fechado.</p>
<p>Isso pode ser corrigido instalando o pacote libflashsupport, que força o flash a usar o sistema PulseAudio. O pacote pode ser instalado pelo Synaptic, clicando <a title="Instalar libflashsupport" href="apt://libflashsupport">aqui</a>, ou então digitando este comando:</p>
<blockquote><p><strong>sudo apt-get install libflashsupport</strong></p></blockquote>
<p>Problema resolvido!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Novo protocolo apt permite instalar programas facilmente através de sites</title>
		<link>http://linux.tomatecru.net/24/novo-protocolo-apt-permite-instalar-programas-facilmente-atraves-de-sites</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 14:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bighi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Este post não é exatamente um tutorial, mas é uma ótima notícia e até um aviso pra muitos dos leitores. Uma mudança vinda com o Ubuntu Gutsy (7.10) permite instalar programas no linux de um jeito ainda mais simples: clicando em links de sites.
Por exemplo, se você está usando o Ubuntu Gutsy, poderá instalar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este post não é exatamente um tutorial, mas é uma ótima notícia e até um aviso pra muitos dos leitores. Uma mudança vinda com o <strong>Ubuntu Gutsy</strong> (7.10) permite <strong>instalar programas no linux </strong>de um jeito ainda mais simples: clicando em links de sites.</p>
<p>Por exemplo, se você está usando o <strong>Ubuntu Gutsy</strong>, poderá instalar o <strong>amule</strong> (clone do emule) apenas clicando na imagem abaixo.</p>
<p align="center"><a href="apt://amule" title="Instalar emule automaticamente"><img src="http://linux.tomatecru.net/wp-content/uploads/2007/11/emule.png" alt="Mascote do Emule" /></a></p>
<p>Fácil, não? Isto é possível graças ao protocolo apt:// que permite que qualquer pessoa crie um link para apt://nome_do_programa, que indica ao Ubuntu para instalar um pacote com este nome através do sistema de instalação <strong>APT</strong>.</p>
<p>Assim que o usuário clica no link, o seguinte diálogo é apresentado:</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://linux.tomatecru.net/wp-content/uploads/2007/11/protocolo-apt.png" alt="Protocolo APT - Instalação de programas no ubuntu" /></p>
<p>Clicando em sim, o programa é instalado sem maiores dificuldades para o usuário. E isto é uma grande vantagem não apenas para grandes sites.</p>
<p>Com este recurso é possível também indicar a instalação de vários programas de uma vez. Você pode, por exemplo, postar uma lista de programas recomendados para seus usuários, de uma forma que possam instalar todos com apenas um clique.</p>
<p>Simples, prático, perfeito. Toma, windows!
<p class="tags">Tags: <a href="http://technorati.com/tag/apt" title="See the Technorati tag page for 'apt'." rel="tag">apt</a>, <a href="http://technorati.com/tag/ubuntu" title="See the Technorati tag page for 'ubuntu'." rel="tag">ubuntu</a>, <a href="http://technorati.com/tag/gutsy" title="See the Technorati tag page for 'gutsy'." rel="tag">gutsy</a>, <a href="http://technorati.com/tag/linux" title="See the Technorati tag page for 'linux'." rel="tag">linux</a>, <a href="http://technorati.com/tag/instala%C3%A7%C3%A3o" title="See the Technorati tag page for 'instalação'." rel="tag">instalação</a>, <a href="http://technorati.com/tag/pacotes" title="See the Technorati tag page for 'pacotes'." rel="tag">pacotes</a>, <a href="http://technorati.com/tag/install" title="See the Technorati tag page for 'install'." rel="tag">install</a>, <a href="http://technorati.com/tag/programas" title="See the Technorati tag page for 'programas'." rel="tag">programas</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Mantenha seu desktop limpo</title>
		<link>http://linux.tomatecru.net/20/mantenha-seu-desktop-limpo</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Sep 2007 12:49:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bighi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre que vejo usuários de Windows eles estão com seu desktop incrivelmente poluído, com dúzias e dúzias de ícones pela tela, tornando difícil achar o que ele quer. E por que isso? Porque o windows não facilita a tarefa de encontrar e executar um programa. Como o Linux facilita bastante esta tarefa, você deveria sempre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que vejo usuários de Windows eles estão com seu desktop incrivelmente poluído, com dúzias e dúzias de ícones pela tela, tornando difícil achar o que ele quer. E por que isso? Porque o windows não facilita a tarefa de encontrar e executar um programa. Como o Linux facilita bastante esta tarefa, você deveria sempre manter seu desktop o mais limpo possível.</p>
<p>Existem 3 principais meios de se abrir um programa no linux sem nem precisar usar o terminal. Você pode abri-los rapidamente pelo menu principal, pelos ícones do <a href="http://linux.tomatecru.net/4/gnome-panels-manipulando-os-paineis-do-gnome" title="Aprenda a manipular os painéis do gnome">painel do gnome</a> e pelo diálogo de Executar Aplicação.</p>
<h3>O Menu Principal</h3>
<p>Pra mim, uma das maiores vantagens do Gnome sobre o menu iniciar do windows é o seu menu principal, que é composto de 3 outros menus: Aplicações, Locais e Sistema.</p>
<p>O menu Aplicações concentra seus principais programas, já ordenados por categoria. Não há qualquer dificuldade ou demora pra você simplesmente abrir o menu, entrar na categoria desejada e abrir o programa. Rápido e fácil, mas ainda é o mais lento dos 3 métodos.</p>
<h3>O Painel do Gnome</h3>
<p>Como já foi explicado anteriormente aqui no site, você pode adicionar ícones de aplicações no painel do gnome. Depois, só o que você tem que fazer é clicar neste ícone que o programa será aberto.</p>
<p>Essa é minha principal recomendação para abrir programas rapidamente. Adicione os 4 ou 5 programas que você mais usa, e poderá sempre executá-los em menos de 3 segundos.</p>
<h3>Executar Aplicação</h3>
<p>Um outro método rápido para executar um programa é o diálogo rápido de executar aplicação. Basta apertar Alt+F2 e vai aparecer a tela de Executar Aplicação. Aqui você pode digitar o nome do programa e ele será executado.</p>
<p>Nem sempre você precisa digitar o nome completo do programa. Você pode digitar o começo do nome do programa, e a janela vai mostrar todos os programas que começam com estas letras.</p>
<h3>O Desktop</h3>
<p>Com tantos métodos diferentes de se executar rapidamente um programa no linux, não é necessário deixar seu desktop atulhado de ícones. Pra falar a verdade, os únicos ícones que se encontram no meu desktop são os ícones gerados automaticamente pelo gnome para os CDs e DVDs que estão nos drives.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como emular um CD/DVD a partir de uma imagem ISO</title>
		<link>http://linux.tomatecru.net/19/como-emular-um-cddvd-a-partir-de-uma-imagem-iso</link>
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		<pubDate>Sat, 25 Aug 2007 19:25:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bighi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[No windows, podemos usar o Daemon Tools para usar uma imagem de CD, fingindo para o computador que temos um drive com aquele CD dentro, sem precisar que haja fisicamente um CD com aqueles dados. A mesma coisa com DVD. No Linux, é possível fazer a mesma coisa sem precisar de programa algum, usando apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No windows, podemos usar o <strong>Daemon Tools</strong> para usar uma imagem de CD, fingindo para o computador que temos um drive com aquele CD dentro, sem precisar que haja fisicamente um CD com aqueles dados. A mesma coisa com DVD. No Linux, é possível fazer a mesma coisa sem precisar de programa algum, usando apenas os comandos padrão do sistema.</p>
<p>Primeiro, é necessário entender rapidamente o <em>sistema de montagem</em>. No linux, o conteúdo de qualquer fonte de dados (disco rídigo, disquete, CD, DVD, etc) é necessário primeiro <em>montar</em> aquele sistema de dados, para depois poder acessá-los. No Ubuntu, assim como em muitos outros sistemas linux modernos, assim que uma nova fonte de dados é inserida, ela e montada automaticamente, sem que você precisa se preocupar com isso.</p>
<p>A vantagem é que o sistema de montagem do linux permite que você monte uma imagem ISO como um CD ou DVD no seu computador, mas isto deve ser feito manualmente a partir de um comando.</p>
<h3>Como montar a imagem?</h3>
<p>Para montar a imagem, vamos usar o <em>terminal</em>. Esta dica funciona igualmente no Ubuntu e Kubuntu, e provavelmente em todas as outras distribuições também.</p>
<p>No Ubuntu, todo sistema de arquivos montado fica dentro do diretório /media/. Precisamos, então, criar primeiro um diretório onde a imagem será montada. No terminal, digite:</p>
<blockquote>
<pre>cd /media/</pre>
</blockquote>
<p>Escolha um nome para o diretório. Aqui, usei o nome &#8220;<em>imagem</em>&#8220;, mas você está livre para decidir seu nome. O comando, então, é o seguinte, trocando <em>imagem</em> pelo nome que você quer para o diretório:</p>
<blockquote>
<pre>mkdir imagem</pre>
</blockquote>
<p>Agora que temos o diretório criado, vamos usar o terminal para acessar o local onde se encontra a imagem ISO que vamos montar. Se você não sabe chegar, pelo terminal, até o local onde se encontra a imagem, você pode aprender com este tutorial.</p>
<p>Agora você digita o comando que vai realmente montar a imagem ISO no diretório escolhido:</p>
<blockquote>
<pre>sudo mount -t iso9660 -o loop arquivo.iso /media/imagem</pre>
</blockquote>
<p>No comando acima, você vai substituir <em>arquivo.iso</em> pelo nome real da imagem iso a ser montada, e em <em>/media/imagem</em> você troca <em>imagem</em> pelo nome do diretório que você criou. Insira sua senha se for necessário.</p>
<p>Pronto, trabalho terminado e sua imagem está montada. Agora, para muitos programas, é como se você tivesse colocado no seu drive um CD ou DVD que tem os mesmos conteúdos que a imagem que montamos.</p>
<h3>O que quer dizer estes comandos que eu digitei?</h3>
<p>Se você tem interesse em entender um pouco mais do que está acontecendo, vou dar uma explicação rápida do que foi feito acima.</p>
<p>O comando <em>sudo</em> serve para fazer com que todos os comandos que venham depois sejam executados como super usuário, também chamado de root. Ele é como o administrador do sistema e tem permissão de fazer tudo.</p>
<p>O comando <em>mount</em>, como o próprio nome já diz, serve para montar sistemas de arquivos. Este é comando chave que usamos para montar nossa imagem. Depois, passamos vários parâmetros para este comando.</p>
<p><em>-t iso9660</em>: Aqui, estamos usando a opção -t que serve para indicar o tipo de arquivo. Estamos informando ao comando mount que vamos montar um sistema de arquivos do tipo iso9660, que é o sistema encontrado em CDs e DVDs.</p>
<p><em>-o loop</em>: Numa explicação rápida, é necessário uma opção de loop ao montar uma imagem, e estamos informando o &#8220;loop padrão&#8221; ao sistema. Esta é uma parte complicada de se explicar, e o importante é apenas que ela é essencial para montar um arquivo de imagem ISO.</p>
<p><em>arquivo.iso</em>: Depois dos parâmetros de opções precedidos por letras, devemos informar ao sistema o nome da imagem que iremos montar. E este é o nome da imagem.</p>
<p><em>/media/imagem</em>: Por último, informamos ao sistema em que diretório será montado aquele sistema de arquivos. Aqui, estaoms montando como um tipo de Media, assim como aconteceria com qualquer disquete ou CD inserido no seu computador.</p>
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		<item>
		<title>Aprenda a instalar e usar o Windows dentro do Linux</title>
		<link>http://linux.tomatecru.net/14/avancado-aprenda-a-instalar-e-usar-o-windows-dentro-do-linux</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Aug 2007 22:12:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bighi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Programas]]></category>

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		<description><![CDATA[O Linux é um sistema que tem avançado cada vez mais, e o Ubuntu sempre trazendo facilidades para os usuários, mas infelizmente ainda não chegamos num ponto onde podemos nos dar ao luxo de não ter o Windows instalado na máquina.
O mais comum é você ver os dois instalados normalmente no mesmo computador, mas com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Linux é um sistema que tem avançado cada vez mais, e o Ubuntu sempre trazendo facilidades para os usuários, mas infelizmente ainda não chegamos num ponto onde podemos nos dar ao luxo de não ter o Windows instalado na máquina.</p>
<p>O mais comum é você ver os dois instalados normalmente no mesmo computador, mas com isso você precisa reiniciar o computador para trocar de um para o outro. Um meio mais prático de usar os dois é instalar o Windows <strong>dentro</strong> do Linux, assim pode até usar os dois ao mesmo tempo. Nós conseguiremos isto através do uso de uma máquina virtual chamada <em>VirtualBox</em>.</p>
<h3>Instalando Virtual Box</h3>
<p>Instalar a Virtual Box não é difícil. O primeiro passo é <a href="http://linux.tomatecru.net/10/automatix-primeira-coisa-que-voce-deveria-instalar-no-ubuntu" title="Aprenda a instalar o Automatix">instalar o Automatix</a>, um programa que facilita a instalação de muitos tipos de programas úteis no Ubuntu.</p>
<p>Abra o Automatix, selecione a categoria Virtualization e marque para instalar a Virtual Box. Clique em Start e aguarde o fim da instalação.</p>
<h3>Criando um HD Virtual</h3>
<p>Agora que temos a Virtual Box instalada no nosso sistema, nós vamos criar duas coisas que, juntas, vão fingir que são um computador para enganar o Windows. O objetivo do programa é fazer o windows achar que está sendo instalado em um computador vazio, e não dentro do Linux. Então, a primeira coisa a fazer, é criar um HD Virtual, que é um HD falso dentro da Virtual Box.</p>
<p>Abra a Virtual Box. No Ubuntu, o programa pode ser encontrado em <em>Aplicações &gt; Ferramentas de Sistema &gt; Innotek Virtual Box</em>. Veja abaixo a tela inicial do programa, sem nenhuma máquina virtual criada.</p>
<p><a href="http://linux.tomatecru.net/wp-content/uploads/2007/08/virtualbox-1.png" title="VirtualBox - Tela Inicial"><img src="http://linux.tomatecru.net/wp-content/uploads/2007/08/virtualbox-1.png" title="VirtualBox - Tela Inicial" alt="VirtualBox - Tela Inicial" width="480" /></a></p>
<p>No menu <em>Arquivo</em>, selecione <em>Gerenciador de Discos Virtuais</em>. Na tela seguinte, clique no ícone &#8220;Novo&#8221; para criar um novo hd virtual.  Clique em &#8220;<em>Próximo</em>&#8220;.</p>
<p>Agora será apresentada duas opções de hd virtual: tamanho fixo ou tamanho expansível. A diferença entre os dois tipos pode ser lida na própria tela do programa, mas recomendo selecionar a opção &#8220;<em>Imagem Dinamicamente Expansível</em>&#8221; a menos que você tenha algum motivo especifico para ficar com a outra opção.</p>
<p><a href="http://linux.tomatecru.net/wp-content/uploads/2007/08/virtualbox-2.png" title="Virtual Box - Tamanho e Nome do HD"><img src="http://linux.tomatecru.net/wp-content/uploads/2007/08/virtualbox-2.png" title="Virtual Box - Tamanho e Nome do HD" alt="Virtual Box - Tamanho e Nome do HD" width="480" /></a></p>
<p>Chegamos, então, à tela da imagem acima. Aqui, vamos dar um nome para o HD Virtual e vamos definir seu tamanho máximo. Para gente poder lembrar depois, coloque o nome do HD Virtual como a versão do windows que você vai instalar. No meu caso, Windows XP.</p>
<p>O tamanho máximo do HD depende do que você vai instalar nele, e o espaço que você tem disponível no seu HD verdadeiro.   Isso porque, apesar de estarmos criando um &#8220;HD falso&#8221;, tudo que for colocado dentro dele estará ocupando espaço do seu HD verdadeiro. No meu caso, tenho um HD de 80gb e só vou usar o windows para usar o photoshop, então fiz meu HD virtual com apenas 4GB de espaço. Não coloque um valor abaixo de 3GB, porque a própria instalação do Windows ocupa quase 2GB.</p>
<p>Clique em <em>Próximo</em>, e então em <em>Finalizar</em>. Nosso hd virtual agora está pronto.</p>
<h3>Criando a Máquina Virtual</h3>
<p>Agora que temos nosso hd virtual criado, vamos criar nossa máquina virtual. Na tela inicial do Virtual Box, clique no ícone <em>Novo</em>. Começamos agora a criar a máquina virtual. Clique em <em>Próximo</em>.</p>
<p><a href="http://linux.tomatecru.net/wp-content/uploads/2007/08/virtualbox-3.png" title="VirtualBox - Selecionando nome e tipo"><img src="http://linux.tomatecru.net/wp-content/uploads/2007/08/virtualbox-3.png" title="VirtualBox - Selecionando nome e tipo" alt="VirtualBox - Selecionando nome e tipo" width="480" /></a></p>
<p>Defina um nome para a máquina virtual. Novamente, é uma boa dar a ela o nome da versão do windows. No tipo de Sistema, selecione a versão do windows que pretende instalar. No meu caso, selecionei a opção Windows XP.</p>
<p>Agora, precisamos definir quanto de memória RAM estará disponível para nossa máquina virtual. Este momento é importante, porque quando iniciamos nossa máquina virtual, ela vai ocupar esta quantidade de RAM no nosso computador. Então, se colocar uma quantidade muito pequena, o windows não vai ter memória suficiente. Se colocar uma quantidade muito grande, sobre pouca RAM pro linux. Como uma recomendação, sugiro colocar metade do seu total de memória RAM. Se você tiver menos de 512Mb, sugiro não tentar usar uma máquina virtual.</p>
<p>Na tela seguinte, temos de informar à máquina virtual em que HD virtual ela será instalada. Selecione o hd que criamos anteriormente, e clique em <em>Próximo</em>.</p>
<p>Verifique as informações e clique em <em>Finalizar</em>. Sua máquina virtual está criada.</p>
<h3>Configurações Finais e Instalação</h3>
<p>Agora que temos nossa máquina virtual corretamente instalada, só precisamos dar a ela acesso ao drive de CD/DVD para instalar o Windows.</p>
<p>Novamente na tela inicial do Virtual Box, clique em Configurações. No menu da esquerda da nova tela que abriu, selecione CD/DVD ROM.</p>
<p><a href="http://linux.tomatecru.net/wp-content/uploads/2007/08/virtualbox-4.png" title="Virtual Box - Dando Acesso ao CD"><img src="http://linux.tomatecru.net/wp-content/uploads/2007/08/virtualbox-4.png" title="Virtual Box - Dando Acesso ao CD" alt="Virtual Box - Dando Acesso ao CD" width="480" /></a></p>
<p>Marque a caixa &#8220;<em>Montar Drive de CD/DVD</em>&#8220;. Com isto, a máquina virtual terá acesso ao seu drive. Se quiser, você pode informar uma imagem de disco e ele fará com que a máquina virtual pense que esta imagem de disco é um CD ou DVD inserido no drive. Você pode baixar imagens de disco (formato ISO) na internet. Mas isso fica pra outro tutorial.</p>
<p>Inicie a máquina virtual, insira o CD/DVD do windows e siga todos os passos para sua instalação. Este tutorial não irá te ensinar a instalar o windows.</p>
<p>Com o fim da instalação, você está agora livre pra usar o windows como bem entender. Quando não quiser mais usar, é só fazer o processo de desligar o computador dentro do windows, e ele fechará a máquina virtual.</p>
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		<item>
		<title>Automatix: Primeira coisa que você deveria instalar no Ubuntu.</title>
		<link>http://linux.tomatecru.net/10/automatix-primeira-coisa-que-voce-deveria-instalar-no-ubuntu</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Aug 2007 11:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bighi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

		<category><![CDATA[Programas]]></category>

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		<description><![CDATA[Update: O automatix deixou de ser desenvolvido, e não suporta mais as novas versões do Ubuntu. Além disso, mesmo as versões anteriores que eram suportadas deixarão de poder usar o automatix em breve. Não é mais recomendado instalar este programa.
O Ubuntu é um ótimo sistema, e já vem com uma seleção interessante de programas assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Update: O automatix deixou de ser desenvolvido, e não suporta mais as novas versões do Ubuntu. Além disso, mesmo as versões anteriores que eram suportadas deixarão de poder usar o automatix em breve. <span style="text-decoration: underline;">Não é mais recomendado instalar este programa</span>.</strong></p>
<p>O <em>Ubuntu</em> é um ótimo sistema, e já vem com uma seleção interessante de programas assim que você instala mas, como todo Sistema Operacional recém-instalado, isso não é o bastante. Para agilizar o processo de instalar todos os programas básicos que todo mundo geramente precisa, foi lançado o <a title="Automatix" href="http://www.getautomatix.com/">Automatix</a>.</p>
<p>Este simples programa instala para você muitas coisas necessárias, como codecs de áudio e vídeo, plugins para o firefox, suporte a arquivos RAR e PDF, cliente torrent, Mplayer, e muitos outros programas.</p>
<p>O primeiro passo é instalar o Automatix. Para isso, vamos adicionar seu repositório à nossa lista. Se você não sabe fazer isso, pode ler o meu <a title="Adicionando Repositórios no Ubuntu" href="http://linux.tomatecru.net/7/basico-adicionando-repositorios-no-ubuntu">tutorial de repositórios</a>.</p>
<p>Se você usa Ubuntu 7.04 (feisty fawn), o código do repositório é este:<br />
<em>deb <span class="linkification-ext">http://www.getautomatix.com/apt</span> feisty main</em></p>
<p>Se você usa o Ubuntu 6.10 (Edgy Eft), use o seguinte código:<br />
<em>deb <span class="linkification-ext">http://www.getautomatix.com/apt</span> edgy main</em></p>
<p>Se você usa uma versão ainda mais antiga, pode encontrar o código do repositório no site do Automatix.</p>
<p>Em seguida, precisamos adicionar a chave criptográfica deste repositório para garantir sua identidade. Basta abrir o terminal e digitar estas três linhas de código (pode copiar uma a uma e colar no terminal):</p>
<pre>wget <span class="linkification-ext">http://www.getautomatix.com/apt/key.gpg.asc</span>
gpg --import key.gpg.asc
gpg --export --armor 521A9C7C | sudo apt-key add -</pre>
<p>Agora abra o synaptic, procure pelo Automatix e instale o programa. Depois de instalado, o automatix fica disponível no Ubuntu sob o menu <em>Aplicações &gt; Ferramentas de Sistema</em>, e você pode usá-lo para instalar programas de forma bem simples. Basta abrir o Automatix e concordar com sua tela de abertura. Você verá a tela a seguir, com uma lista de programas separados por categorias.</p>
<p><a title="Automatix - Selecionar Programas" href="http://linux.tomatecru.net/wp-content/uploads/2007/08/automatix1.png"><img title="Automatix - Selecionar Programas" src="http://linux.tomatecru.net/wp-content/uploads/2007/08/automatix1.png" alt="Automatix - Selecionar Programas" width="480" /></a></p>
<p>Você vai selecionando todos os programas que deseja instalar, e então clica no botão <strong>Start</strong>. Uma tela preta mostra o progresso da instalação enquanto o Automatix baixa os programas da internet e os instala. Ele também cuida de baixar todas as dependências dos programas, de modo que você tenha o mínimo de trabalho possível.</p>
<p>Assim que as instalações terminarem, é só fechar o Automatix e aproveitar seus novos programas e Codecs.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://linux.tomatecru.net/10/automatix-primeira-coisa-que-voce-deveria-instalar-no-ubuntu/feed</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Adicionando Repositórios no Ubuntu</title>
		<link>http://linux.tomatecru.net/7/basico-adicionando-repositorios-no-ubuntu</link>
		<comments>http://linux.tomatecru.net/7/basico-adicionando-repositorios-no-ubuntu#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Aug 2007 09:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bighi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Provavelmente você já sabe como adicionar e remover programas pelo Synaptic, que é o gerenciador de pacotes do Ubuntu. Se não sabe, é simples, basta ir em Sistema &#62; Administração &#62; Gerenciador de Pacotes Synaptic.
A quantidade de software disponível no gerenciador de pacotes já é bem grande por padrão, mas alguma hora vai acontecer de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Provavelmente você já sabe como adicionar e remover programas pelo <strong>Synaptic</strong>, que é o gerenciador de pacotes do Ubuntu. Se não sabe, é simples, basta ir em Sistema &gt; Administração &gt; Gerenciador de Pacotes Synaptic.</p>
<p>A quantidade de software disponível no gerenciador de pacotes já é bem grande por padrão, mas alguma hora vai acontecer de você querer um programa que não está disponível lá. E aí, o que você faz? Sempre podemos, claro, procurar pelo programa num site e baixá-lo, mas esta não é a solução mais elegante. Baixando pelo Synaptic, você sempre vai saber quando sair uma versão mais nova e já vai poder atualizar automaticamente.</p>
<p>Ao exibir a lista de programas para instalar, o synaptic usa <em>repositórios de programas</em>, que é como se fosse uma lista online de programas disponíveis. Acontece que você pode adicionar mais repositórios, permitindo que ele encontre ainda mais programas pra instalar.</p>
<p>Muitos dos programas disponíveis pro <em>Linux</em> oferecem um repositório. E, quando isso não acontece, geralmente um usuário de linux cria um repositório com programas interessantes, então na maioria das vezes o programa que você quer vai estar disponível em algum repositório, basta encontrar.</p>
<p>Em muitos lugares vão falar que você tem que editar a lista de repositórios num editor de texto mas, para nós felizardos usuários do Ubuntu, ele já possui um editor visual de repositórios que eu acho muito melhor. Este editor pode ser encontrado no menu principal, indo em Sistema &gt; Administração &gt; Canais de Software.</p>
<p>Primeiro você tem uma lista dos repositórios fornecidos pelos responsáveis do Ubuntu, como na foto abaixo (clique pra ampliar). Eu marquei todos.</p>
<p><a href="http://linux.tomatecru.net/wp-content/uploads/2007/08/captura_da_tela-canais-de-software.png" title="Repositório - Ubuntu"><img src="http://linux.tomatecru.net/wp-content/uploads/2007/08/captura_da_tela-canais-de-software.png" title="Repositório - Ubuntu" alt="Repositório - Ubuntu" width="470" /></a></p>
<p>Clicando na aba &#8220;<em>Programas de Terceiros</em>&#8221; é onde você pode editar ou deletar os repositórios que você já adicionou, ou adicionar novos repositórios pelo botão <strong>Add</strong>.</p>
<p><a href="http://linux.tomatecru.net/wp-content/uploads/2007/08/captura_da_tela-software-properties-gtk.png" title="Inserir Repositório"><img src="http://linux.tomatecru.net/wp-content/uploads/2007/08/captura_da_tela-software-properties-gtk.png" alt="Inserir Repositório" /></a></p>
<p>Você só precisa inserir uma linha com código de repositório, que é semelhante a esta:</p>
<pre>deb http://download.tuxfamily.org/3v1deb feisty eyecandy</pre>
<p>E então você clica em <strong>Adicionar Canal</strong>. O repositório então será adicionado corretamente, e agora o conteúdo dele será também exibido para instalação no Synaptic. Note que após adicionar um novo repositório você precisa dar um reload no synaptic (ele tem um botão pra isso) para que o conteúdo do repositório seja exibido corretamente.</p>
<p>Mais fácil de manter seus programas atualizados que no Windows, não é mesmo?</p>
<h2>E onde encontro repositórios?</h2>
<p>Agora que você sabe como adicionar repositórios, precisa saber onde encontrar os repositórios a serem adicionados. Mas aí essa parte vai ter que ficar por sua conta.</p>
<p>Os repositórios você vai encontrar, geralmente, em sites. Como, por exemplo, no site do <a href="http://www.skype.com/intl/en/download/skype/linux/repositories.html" title="Repositório Skype">Skype</a> Ao procurar por instalação ou download eles vão fornecer o código pro repositório.</p>
<p>E além dos repositórios encontrados nos sites dos programas, alguns são encontrados também em sites pessoais, de usuários que geram repositórios com compilações de programas de propósitos parecidos. Um dos mais conhecidos é o <a href="http://download.tuxfamily.org/3v1deb/index.html" title="Treviño Repository">Treviño</a>, com vários repositórios muito úteis.</p>
<h2>Para quem usa Kubuntu</h2>
<p>Se você usa o Kubuntu, o processo é levemente diferente. A instalação de programas é feita pelo Adept, e ele é configurado no programa Adept Manager, que é o primeiro item do menu Sistema. A administração de repositórios é acessada de dentro do Adept Manager, e seu funcionamento básico é semelhante ao do Ubuntu.</p>
<p>O gerenciador de repositórios no Kubuntu possui esta aparência.</p>
<p><a href="http://linux.tomatecru.net/wp-content/uploads/2007/08/managerepositories.png" title="Repositórios Kubuntu 1"><img src="http://linux.tomatecru.net/wp-content/uploads/2007/08/managerepositories.png" title="Repositórios Kubuntu 1" alt="Repositórios Kubuntu 1" width="480" /></a></p>
<p>E a tela para adicionar repositórios de terceiros é esta:</p>
<p><a href="http://linux.tomatecru.net/wp-content/uploads/2007/08/managerepositories2.png" title="Repositórios Kubuntu 2"><img src="http://linux.tomatecru.net/wp-content/uploads/2007/08/managerepositories2.png" title="Repositórios Kubuntu 2" alt="Repositórios Kubuntu 2" width="480" /></a>
<p class="tags">Tags: <a href="http://technorati.com/tag/ubuntu" title="See the Technorati tag page for 'ubuntu'." rel="tag">ubuntu</a>, <a href="http://technorati.com/tag/reposit%C3%B3rio" title="See the Technorati tag page for 'repositório'." rel="tag">repositório</a>, <a href="http://technorati.com/tag/repository" title="See the Technorati tag page for 'repository'." rel="tag">repository</a>, <a href="http://technorati.com/tag/tutorial" title="See the Technorati tag page for 'tutorial'." rel="tag">tutorial</a>, <a href="http://technorati.com/tag/linux" title="See the Technorati tag page for 'linux'." rel="tag">linux</a>, <a href="http://technorati.com/tag/synaptic" title="See the Technorati tag page for 'synaptic'." rel="tag">synaptic</a></p>
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		<item>
		<title>[Básico] Gnome Panels, manipulando os painéis do gnome.</title>
		<link>http://linux.tomatecru.net/4/gnome-panels-manipulando-os-paineis-do-gnome</link>
		<comments>http://linux.tomatecru.net/4/gnome-panels-manipulando-os-paineis-do-gnome#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Aug 2007 13:06:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bighi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Customização]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das coisas mais legais no Linux é que você pode customizar bastante a aparência do sistema, para deixá-lo da forma que mais te agrada. Uma das partes mais importantes desta customização são os painéis.
Tanto o Gnome (ambiente gráfico do Ubuntu) quanto o KDE (ambiente do Kubuntu) possuem um sistema de painéis semelhante. Vou focar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das coisas mais legais no Linux é que você pode customizar bastante a aparência do sistema, para deixá-lo da forma que mais te agrada. Uma das partes mais importantes desta customização são os painéis.</p>
<p>Tanto o <em>Gnome</em> (ambiente gráfico do Ubuntu) quanto o <em>KDE</em> (ambiente do Kubuntu) possuem um sistema de painéis semelhante. Vou focar nos painéis do Gnome, mas se você usa KDE poderá entender sem dificuldades.</p>
<p>Os <strong>gnome panels</strong> são as barras que o Gnome possui em cima e embaixo na tela. É como a barra de tarefas do windows, onde você tem a lista de janelas, o menu principal, área de notificação e outras coisas que você mesmo pode adicionar.</p>
<h2>Adicionando e Removendo Painéis</h2>
<p>Você pode diminuir a quantidade de painéis até ficar com apenas um, ou ir adicionando mais e mais painéis, como quiser.</p>
<p>Para remover um painél, basta clicar com o botão direito numa área livre do painel e clicar na opção <em>Excluir Este Painel</em>.</p>
<p>Para adicionar um novo painél, novamente você vai clicar com o botão direito numa área livre de um painel já existente. E desta vez vai selecionar a opção <em>Novo Painél</em>.</p>
<h2>Configurando Painéis</h2>
<p>Move pode mover os painéis para qualquer das quatro bordas da tela, pode mudar sua cor de fundo e até mesmo seu tamanho.</p>
<p>Clicando com o botão direito em um painél, você tem a opção <em>Propriedades</em>, que te permite configurar um painél como bem entender. Em <em>Orientação</em> você define em que borda da tela o painel ficará ancorado. Em Tamanho, você define a espessura do painél, e 24px é a espessura padrão.</p>
<p>A opção <em>Expandir</em> faz com que o painel se expanda para ocupar toda aquela borda. Desmarcar a opção faz com que ele tenha um tamanho apenas suficiente para exibir seu conteúdo.</p>
<p><em>Auto-esconder</em> faz com que o painel se retraia quando não está sendo usado, ocupando muito menos espaço. O painel reaparece se apontar o mouse para a extremidade da borda.</p>
<p>E na aba Fundo você pode definir a cor ou imagem de fundo do painél, inclusive definindo um valor de transparência.</p>
<h2>Gnome Applets: Adicionando Conteúdo nos Painéis</h2>
<p>Um painel, ao ser criado, não é nada mais do que uma barra vazia. E continuará vazia até você adicionar conteúdo nela. Os conteúdos adicionados nos painéis do gnome são chamados de Gnome Applets.</p>
<p>Existe uma infinidade de applets para se adicionar nos painéis, e este é o grande charme da customização do Gnome. Para se adicionar conteúdo nos painéis, você deve clicar com o botão direito no local do painel onde quer adicionar o conteúdo, e clicar na primeira opção: <em>Adicionar Ao Painel</em>.</p>
<p>As applets mais comuns são:</p>
<ul>
<li><strong>Relógio</strong>: Aquele relógio do sistema, que já vem por padrão no Gnome.</li>
<li><strong>Alternador de Janelas de Trabalho</strong>: Interface para mudar entre as múltiplas área de trabalho que o linux oferece.</li>
<li><strong>Lista de Janelas</strong>: Principal applet, é o que exibe uma lista de todas as janelas que estão abertas. Esta applet é o que faz com que seu painel possa ser uma &#8220;barra de tarefas&#8221;.</li>
<li><strong>Controle de Volume</strong>: Permite aumentar ou diminuir rapidamente o volume do sistema.</li>
<li><strong>Área de notificação</strong>: É onde ficam os ícones do systray, ou seja, aqueles ícones que geralmente ficam perto do relógio do sistema. É importante sempre garantir que algum panel esteja com esta applet.</li>
<li><strong>Monitor de Sistema</strong>: Permite exibir um gráfico que mostra a porcentagem de carga do processador, porcentagem de memória RAM usada, transferência de dados na rede, etc.</li>
</ul>
<p>E além de adicionar applets, é possível também adicionar Lançadores de Programas, que são ícones que permitem inicializar diretamente um programa, sem precisar abrir um menu pra isso.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Dominando Ubuntu Linux, novo na área.</title>
		<link>http://linux.tomatecru.net/3/dominando-ubuntu-linux-novo-na-area</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Aug 2007 12:11:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bighi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Sejam bem-vindos ao Dominando Ubuntu Linux, meu blgo onde postarei dicas e turoriais para quem está começando nesse mundo do Linux. Sei que é complicado mudar de sistema operacional, para quem usava Windows, mas depois que se acostuma a  gente não quer mais voltar.
Este é o meu terceiro blog, e pretendo seguir postando um artigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sejam bem-vindos ao Dominando Ubuntu Linux, meu blgo onde postarei dicas e turoriais para quem está começando nesse mundo do Linux. Sei que é complicado mudar de sistema operacional, para quem usava Windows, mas depois que se acostuma a  gente não quer mais voltar.</p>
<p>Este é o meu terceiro blog, e pretendo seguir postando um artigo por dia. Nem sempre vai dar, mas quero manter um mínimo de quatro posts por semana nas semanas ruins. Todos os artigos aqui serão voltados para o usuário iniciante ou mediano, explicando da melhor forma possível.</p>
<p>A idéia é explicar do ponto de vista de quem também ainda não é um expert no assunto, mas já passou por toda essa etapa de se acostumar com o sistema e aprender uma coisinha ou outra.</p>
<p>Fiquem ligados no blog.</p>
]]></content:encoded>
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